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Decreto de Dilma permite uso de nome social em crachás por servidores LGBT

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DILMA DECRETO LGBT
Dilma reunida com representantes da causa LGBT, incluindo os deputados Jean Wyllys e Érika Kokay | Roberto Stuckert Filho/PR
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A presidente Dilma Rousseff assinou nesta quinta-feira, 28, decreto que permite ao público LGBT do funcionalismo público federal usar o nome social nos crachás de trabalho.

A medida é voltada especialmente para travestis e transsexuais dos quadros civil e militar que preferem ser chamados por um prenome diferente do nome que consta de seu registro civil. Assim, um servidor masculino pode solicitar que seu crachá inclua, além de seu nome, um prenome feminino.

A informação é do secretário especial de Direitos Humanos, Rogério Sottili. "O mais importante é que esse decreto é um instrumento de cidadania, tira da invisibilidade pessoas que querem ser reconhecidas", afirmou Sottili.

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) esteve presente no evento, a 12ª Conferência Nacional de Direitos Humanos, onde a presidente assinou o decreto. Ele foi elogiado por Rousseff e ovacionado pelas pessoas presentes:

No dia anterior, ele fez a seguinte ponderação no Facebook:

"Trata-se de uma reivindicação justa do movimento, embora seja insuficiente e evidencie o quanto o Brasil ainda precisa avançar no respeito aos direitos fundamentais da população LGBT".

Mais direitos humanos

Nesta semana, a presidente também anunciou, na conferência, que enviou ao Congresso pedido de urgência para votação de um projeto de lei que acaba com os autos de resistência. Saiba mais aqui, na reportagem do HuffPost Brasil.

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