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Operação no Rio que busca suspeitos de estupro coletivo detém uma pessoa

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Cerca de 70 policiais militares realizam uma operação na comunidade São José Operário, na zona oeste do Rio de Janeiro, para buscar suspeitos de terem participado do estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos.

Os PMs detiveram um suspeito, localizado em nova operação realizada neste sábado, e foi conduzido para a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI).

Segundo a Polícia Militar, policiais de sete batalhões participam da ação. O Batalhão de Ação com Cães também auxilia nas buscas. A operação conta ainda com o suporte de um helicóptero e de veículos blindados.

A polícia afirma não ter encontrado resistência de criminosos ao entrar na comunidade, mas, em uma parte mais alta do morro, houve um "breve confronto". De acordo com os militares, ninguém se feriu.

A nota enviada à imprensa pela Polícia Militar destaca ainda que a operação busca reprimir outros crimes: "identificar os criminosos que praticaram o estupro coletivo contra uma menor de 16 anos, dar maior sensação de segurança a população, prevenção e repressão os crimes de roubo de veículos, roubo de cargas, roubo de rua e o tráfico de drogas".

Depoimentos e buscas

Na noite de ontem (27), a Polícia Civil ouviu depoimentos de pessoas investigadas no caso e também da vítima.

Roupas e material usado na endolação de drogas foram apreendidos pela Polícia Civil do Rio na operação que localizou, na tarde de sexta-feira, a casa onde teria ocorrido o estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos, no sábado passado (dia 21), na zona oeste do Rio. Fotos divulgadas pela assessoria de imprensa da Polícia Civil mostram uma cama e uma televisão.

A operação na favela São José Operário, conhecido como morro da Barão, na Praça Seca, zona oeste do Rio, foi feita por policiais civis da 28ª Delegacia de Polícia (Campinho). As investigações do caso estão a cargo da DRCI, porque imagens do crime em vídeo circularam pela internet e redes sociais.

Segundo a Polícia Civil, foi feita a perícia na casa. Pelo menos três outras pessoas serão ouvidas. Em nota, a Polícia Civil frisou que "a investigação continua em andamento".

Na noite de sexta-feira, o delegado Alessandro Thiers, titular da DRCI, já havia destacado que a polícia ainda não tinha chegado a uma conclusão sobre como os fatos se desenvolveram.

"Vamos escutar todas as versões e vamos procurar todas as outras provas, para depois tirar nossas conclusões", disse Thiers.

(Com informações da Estadão Conteúdo e Agência Brasil)

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