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Médica atacada com agulha na Avenida Paulista terá que fazer exames por um ano

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Parece boato de WhatsApp, lenda urbana, mas uma médica foi atacada com uma seringa por um desconhecido enquanto caminhava na Avenida Paulista, em São Paulo. O caso foi relatado por uma amiga da vítima em um post no Facebook.

"Uma amiga que estava passando em frente ao Shopping Cidade São Paulo foi pega de surpresa pelas costas quando um homem moreno, magro, de moletom verde injetou uma agulha em suas costas", contou Sol Alayla.

A certeza de que havia sido espetada por uma seringa veio após o homem fazer uma nova vítima à frente. "O homem passou calmamente a seu lado, escondendo o material e na sua frente perfurou a garota que estava andando em frente a ela no bumbum", disse Alayla.

Após o ataque, a médica foi ao pronto-socorro mais próximo e, de lá, foi encaminhada ao Hospital Emílio Ribas, que confirma o atendimento. Os testes para sífilis e HIV deram negativo mas, segundo a vítima, eles só servem para mostrar se ela tinha a infecção antes do ataque. "Terei de fazer outros exames períodicos por um ano", contou a vítima ao G1.

Segundo o Instituto de Infectologia Emílio Ribas, "casos como esses são raros" e o risco de transmissão de doenças infecciosas "são considerados mínimos".

Apesar do susto, a médica diz estar tranquila em relação a sua saúde. "Estou tranquila do ponto de vista da saúde física, a única coisa que me incomoda é tomar uma medicação que é muito forte e que tem muitos efeitos colaterais", disse.

Ela tomará uma medicação durante 28 dias para evitar o risco de contaminação por doenças sexualmente transmissíveis.

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