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3 motivos pelos quais 'Procurando Dory' é um filme indispensável

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FINDING DORY
Pixar
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A parceria Disney-Pixar conseguiu de novo: Procurando Dory (Finding Dory, 2016), que estreia nos cinemas nesta quinta-feira (30), é mais uma de suas pérolas.

Longos 13 anos separam a animação de sua antecessora, Procurando Nemo, mas a espera valeu: a nova aventura com os peixes Dory, Nemo e Marlin é com certeza um dos filmes do ano.

Veja abaixo alguns motivos para não perdê-lo de jeito nenhum:

1. Há mais Dory!

Se a peixinha azul (Ellen DeGeneres, na dublagem original) é coadjuvante em Nemo, em Procurando Dory ela é, felizmente, a grande estrela. Desta vez, a trama se concentra na adorável cirurgião-patela.

Um ano após os acontecimentos de Procurando Nemo, ainda sofrendo de perda de memória recente, Dory – com todo seu carisma, humildade e espontaneidade – segue o ímpeto de procurar sua família assim que ela consegue se lembrar de algo que, até então, estava perdido em algum canto de sua memória.

Acompanhada de seus amigos Nemo (Hayden Rolence) e Marlin (Albert Brooks), ela consegue prosseguir na jornada conforme se recorda de sua infância ao viver determinadas situações ou passar por lugares pelos quais já esteve antes. No caminho, ela dá bobeira e é capturada por funcionários de um aquário que cuida de animais marinhos. Resta a Nemo e Marlin saírem à procura de quem já está à procura de outros.

Não diferente dos outros filmes dos estúdios Disney e Pixar, o caminho que as personagens percorrem até a linha de chegada da trama é repleto de solavancos, reviravoltas e ótimas piadas.

Além de ser um entretenimento lúdico e envolvente para crianças, jovens e adultos também podem se identificar com as questões de Dory.

A protagonista percorre a imensidão azul do oceano em busca de sua família – em busca de algo que faz parte de seu íntimo, de quem ela é. E tudo que Dory tem a oferecer a si mesma, para alcançar seu complicado objetivo, é ser quem ela é naquele momento. O jeito é se arriscar.

2. É tão ótimo quanto Procurando Nemo.

Se a crítica elogiou o filme de 2003 – vencedor do Oscar de melhor animação – pela riqueza de seu visual e a sofisticação e engenhosidade do roteiro, Procurando Dory não fica para trás.

Certeiro nas doses de drama e humor, a animação de Andrew Stanton tem as características que marcam o trabalho do diretor nos filmes Disney-Pixar. Ele é responsável pelos momentos mais brilhantes dos estúdios, tendo colaborado com os roteiros da franquia Toy Story, além de ter dirigido e escrito WALL-E (2008) e Vida de Inseto (1998).

Stanton destila em Procurando Dory toda a resplandecência de sua habilidade de contar histórias como ninguém – um diretor de criatividade invejável, cujo currículo é repleto de clássicos contemporâneos.

Não estranhe ao ver o longa na lista de indicados ao Oscar na categoria de melhor animação em 2017.

3. Você vai chorar de rir. E de emoção também.

Prepare-se para rir alto e, na melhor das hipóteses, ficar com os olhos marejados ao acompanhar Dory e sua busca por, de certa forma, ela mesma. É praticamente impossível não ser fisgado pela aventura dela.

O trailer abaixo te dá uma ideia disso:

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