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Ex-presidente dos EUA George Bush resolve DANÇAR durante missa em homenagem a policiais mortos

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A gente só consegue começar essa notícia se perguntando: POR QUÊ?

O ex-presidente dos EUA George Bush compareceu a uma missa em homenagem aos policiais mortos em Dallas, na semana passada junto com sua mulher, Laura Bush. Também estavam na cerimônia o atual presidente americano, Barack Obama, e a primeira-dama, Michelle.

Pois bem... Bush, que já é conhecido por não ser a pessoa mais adequada do mundo, resolveu se superar e DANÇOU durante a execução do hino “Hallelujah”. Entre Michelle e Laura, que tentavam manter as mãos abaixadas, Bush não economizou na animação durante uma homenagem aos oficiais mortos por um atirador.

Cinco policiais foram mortos a tiros pelos veterano militar Micah Johnson no último dia 7, em meio a uma onda de protestos contra crimes racistas cometidos pela polícia dos EUA. Johnson, que disse à polícia que ele estava irritado com as mortes de homens negros por policiais, foi morto por um robô equipado com explosivos acionado pela polícia.

Em seu discurso Obama pediu aos norte-americanos para evitarem o desespero por causa da violência, para transcender as divisões raciais e honrar os cinco policiais assassinados.

A fala do presidente buscou manter um equilíbrio cuidadoso entre o tributo aos policiais mortos, o respeito pela aplicação da lei no país, e a simpatia por aqueles que protestam contra a violência policial. Obama, o primeiro presidente norte-americano negro, também tentou deixar uma mensagem de esperança para um país que vem sofrendo com a violência.

"Eu entendo. Eu entendo como os norte-americanos estão se sentindo. Mas, Dallas, eu estou aqui para dizer que nós precisamos rejeitar esse desespero. Eu estou aqui para insistir que nós não somos tão divididos quanto parecemos. E eu sei porque eu conheço os EUA. Eu sei de quão longe nós viemos contra probabilidades impossíveis."

A tensão racial permanece um fato claro para os norte-americanos, disse o presidente.

"Nós sabemos que o preconceito continua. Nós sabemos”, declarou o presidente a uma audiência de centenas de pessoas, incluindo muitos policiais uniformizados. “Nenhum de nós é inteiramente inocente. Nenhuma instituição é inteiramente imune. E isso inclui os nossos departamentos de polícia.”

(Com informações da Reuters)

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