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Após quase-extinção do Ministério da Cultura, 81 servidores da Cultura e Cinemateca são exonerados

Publicado: Atualizado:
MARCELO CALERO
Acácio Pinheiro/Minc
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Os servidores do Ministério da Cultura acordaram com uma baixa no quadro de funcionários: 81 foram exonerados. O maior corte na pasta na gestão do ministro Marcelo Calero foi publicado na edição desta terça-feira (26) do Diário Oficial da União.

Entre os demitidos está a coordenadora-geral da Cinemateca Brasileira, de São Paulo, Olga Futemma, e o diretor do Museu Villa-Lobos, do Rio de Janeiro, Wagner Tiso Veiga.

Também da Cinemateca foram demitidos: Alexandre Myazito, do Centro de Documentação e Pesquisa; Adinael de Jesus, do Laboratório de Som e Imagem; Daniel Albano, de Planejamento e Administração; e Nacy Hitomi Korim, do Núcleo de Programação.

Em nota, a pasta disse que a nova gestão “desaparelha”o Minc.

"O Ministério da Cultura efetivou hoje a exoneração de 81 comissionados que não tinham vínculo com o serviço público federal. As exonerações fazem parte da reestruturação da pasta e do plano de valorização dos servidores de carreira, anunciado pelo Ministro da Cultura, Marcelo Calero, por ocasião de sua posse.

Seguindo as orientações da Casa Civil, a maior parte dos cargos será preenchida por servidores concursados que ocuparão cargos de chefia.

A orientação atende uma demanda da sociedade civil por uma gestão republicana e transparente e que será implementada à risca pelo Ministério da Cultura.

Uma vez homologada a reestruturação do Ministério da Cultura pelo Ministério do Planejamento, será aberto processo seletivo para preenchimento dos cargos de chefia pelos servidores concursados”, diz a nota.

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