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Com mais de 5 mil atletas, Rio 2016 é a Olimpíada mais feminina da história

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adriana araujo

Os problemas de organização continuam, há uma tensão no ar e os australianos - coitados - ainda penam para conseguir sossego na Vila Olímpica.

Mas quem é que disse que não há motivos para comemorar? A começar por nossa porta-bandeira, Yane Marques, a segunda mulher a carregar nossa bandeira na abertura dos Jogos.

O mais importante até aqui é: a Rio 2016 é a Olimpíada mais feminina da história. As mulheres representam 45% dos atletas inscritos para os jogos, com 5.183 atletas. Em Londres, há quatro anos, eram 4.655 mulheres, 44,2% do total.

As duas maiores potências olímpicas do planeta - que têm revezado a liderança no quadro de medalhas - já mostram uma predominância das mulheres. Na delegação dos Estados Unidos são 300 mulheres ante 261 homens, enquanto a China tem 252 mulheres e 155 homens.

Ainda que as atletas brasileiras cheguem com boas chances de repetir ou superar os resultados anteriores - como lembrar a Folha de S. Paulo -, a delegação brasileira recuou na representatividade. Saímos de 47% de mulheres em Londres-2012 para 45% neste ano.

Conforme mostram os dados do Comitê Olímpico Internacional, a a conquista feminina no esporte foi gradual, saindo de 2,2% nos Jogos de Paris em 1900 para os atuais 45%. As barreiras começaram a ser quebradas na França com a inclusão das mulheres no tênis, no golfe e no croquet. Este ano, elas estreiam no rugby feminino. O Brasil, como se sabe, está classificado.

Os números são do Comitê Olímpico Internacional (COI). Mas, com o decorrer dos dias, os números podem ser alterados.

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