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Olha elas! Nova geração da ginástica artística feminina ARRASA e garante final por equipes

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FLAVIA SARAIVA
Brazil's Flavia Saraiva reacts during the qualifying for the women's Beam event of the Artistic Gymnastics at the Olympic Arena during the Rio 2016 Olympic Games in Rio de Janeiro on August 7, 2016. / AFP / Emmanuel DUNAND (Photo credit should read EMMANUEL DUNAND/AFP/Getty Images) | EMMANUEL DUNAND via Getty Images
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Depois de saltos, piruetas e uma precisão incrível em todos os aparelhos, a nova geração ginástica artística feminina demonstrou força na Rio 2016 e garantiu a vaga na final por equipes. As mais novas da seleção mostraram que o Brasil ainda vai brilhar muito nas próximas Olimpíadas. A pequenha Flavinha Saraiva e a Rebeca Andrade conseguiram apresentações de destaque na trave e nas barras e ajudaram o Brasi a alcançar um total de 174,054.

Esse é o melhor resultado do time feminino em todas as Olimpíadas já disputadas na Ginástica Artística. Ao todo, são cinco rotações de seleções durante todo este sábado. O Brasil participou da terceira rotação e, até o momento, está em quinto lugar, atrás dos Estados Unidos (185,238), China (175,279), Rússia (174,620) e Grã Bretanha (174,064). Ao todo, oito times se classificam. Como na última rotação - que começa às 20h30 - o Brasil terminaria, no máximo, em oitavo lugar.

A Flavinha foi um show a parte durante toda a competição. Por onde ela passava, a torcida levantava e apoiava a jovem ginasta, de 16 anos. Logo no primeiro aparelho, na trave, ela mostrou que tem muita qualidade. Pesadelo de 10 entre 10 ginastas, Flavinha atingiu a melhor marca entre todas que disputaram o aparelho até então, com uma nota de 15,133. Só foi ultrapassada agora à noite, por duas norte-americanas. Ela já garantiu vaga para as finais do aparelho.

Além de arrasar na trave, Flavinha tinha chances de garantir vaga na disputa individual, mas teve uma queda nas barras. Nada que abalou a pequena de 1,33 metros. "Hoje eu fiz o meu melhor. Entrei muito concentrada, essa só é minha primeira Olimpíada. Vou disputar muitas ainda", disse a ginasta.

Mas não foi só Flavinha que deu um show na ginástica artística. Rebeca Andrade teve um desempenho consistente em todos os aparelhos e terminou a rotação brasileira em primeiro lugar na classificação geral, com uma nota total de 58,732. Ao longo do dia, só foi ultrapassada pela dupla americana. Rebeca está garantida na final individual.

Ao longo da carreira, Rebeca teve uma série de lesões. A última foi no joelho, há um ano. A desistência só não aconteceu pela 'ordem' da mãe. "Deve ter uns sete meses, depois que eu machuquei, mas ela não deixou. Me disse: 'você vai desperdiçar 13 anos da sua vida? Eu não vou deixar!'. Agora, vou ligar para ela, que vai estar chorando, eu eu vou chorar também", disse a ginasta.

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