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Mães da escola de Michelzinho reclamam de esquema de segurança

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MICHELZINHO
José Cruz/Agência Brasil
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Um grupo de mães da escola onde estuda o caçula do presidente em exercício, Michel Temer, o Michelzinho, de 7 anos, está incomodado com o esquema de segurança e planeja pedir mudanças à diretoria do colégio, de acordo com o jornal O Estado de São Paulo.

Desde que o filho do peemedebista passou a estudar n local, o estacionamento é fechado para que ele possa ir embora, por volta das 15h. As outras mães da Escola das Nações, uma instituição bilíngue, em um bairro nobre de Brasília, precisam então esperar para buscar os filhos.

Uma delas reclamou de ficar mais de 20 minutos parada no trânsito. Outra disse que elas precisam cobrar “tratamento isonômico”, apesar de entender a necessidade de segurança.

Uma sugestão é que Michelzinho saiam antes ou depois dos outros alunos.

Em 26 de julho, Temer avisou a imprensa, por meio de seus assessores, que ele e a esposa, Marcela Temer, buscariam o filho na escola.

Questionado por jornalistas se faria o trajeto todos os dias, o interino respondeu que só naquele dia, por se tratar do primeiro dia de aula. Antes, a família morava em São Paulo.

Na ocasião, a mãe de um dos alunos se queixou da presença de muitos repórteres e da exposição excessiva. "Eles são crianças", disse, ao reclamar de cinegrafistas que a filmavam.

O filho de Temer tem sete anos e está no 2º ano. O presidente interino esperou durante dez minutos a saída do filho e indicou as câmeras para ele.

Desde que assumiu o poder, em maio, com o afastamento de Dilma Rousseff, o peemedebista tem buscado se aproximar da população, inclusive divulgando vídeos nas redes sociais.

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