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Você pode trocar a cesárea pelo natural, por exemplo: Bela Gil quer conscientizar sobre parto humanizado

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BELA GIL
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"É algo super íntimo meu, mas eu quis dividir com vocês porque eu acho que é importante a gente saber que ter um parto natural é possível também."

No segundo episódio da série Bela Maternidade, lançada na última quarta-feira (17) e que vai abordar temas como a gestação, a amamentação e a introdução alimentar do bebê, Bela Gil compartilhou um vídeo emocionante e sensível sobre a chegada do seu último filho, o Nino.

Ela optou pelo parto humanizado e fez da sua escolha uma motivação para desconstruir alguns mitos e disseminar informações sobre este tipo de processo que ainda é tabu para algumas mulheres.

"O meu objetivo com os vídeos dessa série é munir as mulheres com as informações necessárias para que elas possam tomar uma decisão 100% consciente. A mulher tem que ter o direito de conhecimento e de escolha, mas sem informação ela fica de mãos atadas. [...] Hoje eu tenho muito mais informação do que quando eu tive a Flor e sei que houve muitas intervenções desnecessárias. Na época, pra mim, existiam apenas dois tipos de parto: o vaginal e o cirúrgico”, afirmou durante a gravação.

A mensagem da apresentadora faz sentindo principalmente em um país como o Brasil, em que os dados do Ministério da Saúde apontam que de 40% dos partos são cesarianas. Se formos analisar os hospitais particulares, este índice é maior que 80%. A grande discussão é que muitas vezes estas cesáreas são desnecessárias, e acaba sendo a opção das mulheres com base em informações desencontradas.

"Eu quero tentar passar essa confiança de que nós, mulheres, nascemos pra parir. A gente pode, a gente consegue – quando obviamente não há uma complicação que seja necessário fazer uma cesárea", conta Bela Gil.

O parto de Nino aconteceu na casa da família em Nova York. Ela estava em uma banheira de água, acompanhada de pessoas que ama, como o marido e sua filha mais velha, Flor, além de profissionais especializados em partos humanizados, como a doula e uma parteira.

Assim, o ambiente inóspito dos centros cirúrgicos é trocado pelo aconchego do seu próprio lar. No lugar de sedativos, a mulher tem consciência e acompanha todo o processo. É uma troca e se respeita o tempo próprio do bebê. A mulher vive, de fato, a experiência de se tornar mãe.

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