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Nem tão 'padrinhos' assim: Alckmin, Lula e Temer afastam votos dos candidatos em SP e RJ

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LULA E TEMER
Reuters
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Se um dia abraços e beijos garantiam votos aos candidatos apoiados, hoje seria melhor até cruzar a rua sem cumprimentar o amiguinho para não perder votos. Esse é o cenário dos candidatos e afilhados do governador Geraldo Alckmin (PSDB), o ex-presidente Lula (PT) e o presidente em exercício Michel Temer (PMDB). Os nomes do trio trazem prejuízos para os concorrentes da prefeitura de São Paulo que são apoiados por eles.

A última pesquisa Datafolha mostra que Lula, por exemplo, tem a maior rejeição. Cerca de 73% dos entrevistados disseram que não votariam em um candidato apoiado por Lula 'de jeito nenhum'. Esse cenário prejudica a reeleição do atual prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), que com 10% das intenções de votos nas últimas pesquisas.

Quem tiver a imagem de Michel Temer no santinho vai perder 65% dos votos dos eleitores. Já a presença de Geraldo Alckmin faz 51% do eleitorado não apoiar o candidato.

Na outra ponta, o Datafolha mostra que 7% dos eleitores votariam "com certeza" no nome escolhido por Temer e outros 23% "talvez" seguissem sua orientação. Já a força influenciadora de Lula levaria 11% dos paulistanos a votar no seu candidato e outros 14% pelo menos pensariam na possibilidade. Já Alckmin convenceria 16% e outros 28% analisariam a orientação.

No Rio de Janeiro, a rejeição também seria grande: 68% não votariam no candidato de Temer, contra 64% de Lula. O atual prefeito Eduardo Paes (PMDB) faria seu candidato perder 61% da possibilidade de votos.

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