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Este estudo pode revolucionar a prevenção e o tratamento do Alzheimer em pessoas jovens

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Um grupo de genes encontrado em cérebros saudáveis poderia ser usado para apontar as origens do mal de Alzheimer e para administrar tratamentos preventivos antes do aparecimento dos sintomas.

Um estudo realizado na Universidade de Cambridge encontrou uma assinatura genética específica em pessoas jovens e saudáveis que ecoam padrões nos quais o mal de Alzheimer se dissemina pelo cérebro em fases mais avançadas da vida.

O Alzheimer é a forma mais comum de demência, uma doença neurológica que afeta várias funções cerebrais, incluindo a memória.

alzheimer

A degeneração do mal de Alzheimer sempre segue um padrão característico, começando na região do córtex entorrinal e se espalhando para todas as áreas

Há muito os pesquisadores se perguntam que partes do cérebro são mais vulneráveis a ataques das proteínas do Alzheimer – conhecidas como placas.

O estudo, publicado na revista Science Advances, indica que há grupo de genes mais vulnerável porque está presente em áreas do cérebro que tem defesas mais fracas contra essas proteínas.

O professor Michele Vendruscolo afirmou:

“A vulnerabilidade ao mal de Alzheimer não é ditada por níveis anormais das proteínas que formam os depósitos característicos da doença, mas sim pelo controle mais fraco dessas proteínas em tecidos cerebrais específicos que sucumbem primeiro à doença”.

No futuro, jovens com essa assinatura genética poderiam ser identificados como tendo “alto risco” de desenvolver demência e provavelmente poderiam se beneficiar de tratamentos preventivos. Hoje, o mal de Alzheimer não tem cura.

Este artigo foi originalmente publicado pelo HuffPost UK e traduzido do inglês.

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