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Crivella e Freixo falam sobre saúde, transporte e parada gay em primeiro debate do 2º turno

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MARCELO FREIXO
Crivella (PRB), à esquerda, e Freixo (PSOL), se cumprimentam antes de debate na TV Bandeirantes, na noite da última sexta-feira (7) | YASUYOSHI CHIBA via Getty Images
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Os candidatos à prefeitura do Rio fizeram na noite da última sexta-feira (7) o primeiro debate do segundo turno. Marcelo Crivella (PRB) e Marcelo Freixo (PSOL) se confrontaram, a partir das 22h30, na Rede Band, durante uma hora e meia.

Crivella começou falando que sua prioridade seria uma radiografia na saúde e Freixo disse que vai investir na área da educação. A primeira pergunta de Crivella a Freixo foi sobre segurança pública e o candidato do PSOL disse que tem uma equipe qualificada, de pessoas com experiência na área, propondo fazer um diagnóstico por bairro sobre o assunto, além de convocar os demais prefeitos da região metropolitana para debaterem o problema.

Em seguida, Freixo reclamou com Crivella do nível de alguns ataques sofrido por ele nas redes sociais e o candidato do PRB disse que não podia ser responsabilizado por tudo o que era publicado na internet e disse que ia procurar manter o nível da campanha.

Os candidatos responderam sobre a manutenção do valor da tarifa de ônibus na cidade. Crivella criticou o fato de que a passagem aumentou além da inflação, apesar das melhorias feitas pelo Poder público para o transporte de ônibus, como os corredores de BRT. Freixo disse que vai seguir a sugestão do Tribunal de Contas do Município (TCM) e reduzir a passagem, além de criar a integração entre todos os modais, inclusive as barcas.

Perguntado por um telespectador se manteria apoio à Parada do Orgulho Gay, Crivella disse que sim, se comprometendo em defender a expressão democrática das minorias. Freixo disse que a Parada Gay é necessária para denunciar o preconceito e a violência contra os homossexuais.

Outra pergunta feita por telespectador foi sobre a política para pessoas em situação de rua. Freixo disse que há poucos abrigos, que hoje poderiam acomodar apenas 2 mil pessoas, quando há atualmente cerca de 6 mil moradores de rua. Crivella destacou que a questão mais grave dos moradores de rua é o uso de drogas, principalmente o crack, sendo necessário haver um programa de acolhimento, citando a experiência feita em São Paulo.

Sobre as políticas para os vendedores ambulantes, ambos os candidatos defenderam que haja espaço para os trabalhadores informais. Crivella disse que era importante não haver concorrência direta com comerciantes formais. Freixo disse que a cidade deveria proporcionar depósitos para as mercadorias dos ambulantes, para facilitar o seu trabalho.

Perguntados sobre a possibilidade de reduzirem a velocidade do trânsito nas ruas, Freixo disse que apoia a medida adotada pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. Crivella disse que houve controvérsias na capital paulista, mas afirmou ser favorável.

O tema da saúde foi debatido no último bloco. Freixo disse que é preciso fazer funcionar as clínicas e conceder plano de carreira para os trabalhadores da área, dando transparência às Organizações Sociais (OS), que gerem as Clínicas de Família. Ele ressaltou que falta pessoal para atender nos hospitais. Crivella disse que é preciso dar prioridade à saúde e que vai se preocupar com o tema o tempo todo se for eleito prefeito.

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