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Governo do Reino Unido admite, finalmente, os efeitos medicinais e terapêuticos da maconha

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marijuana medicinal

O governo do Reino Unido continua oficialmente longe da possibilidade de legalizar a comercialização e o acesso à maconha medicinal e recreativa. Em agosto mesmo, o governo respondeu a uma petição com 203.466 assinaturas pela legalização, venda e produção da maconha de forma bastante taxativa: "A cannabis pode inquestionavelmente causar problemas aos indivíduos e sociedade". E só. Fim.

No entanto, nem tudo são trevas para os britânicos. Pela primeira vez, o Medicines and Healthcare products Regulatory Agency (MHRA), do Reino Unidos, considerou os efeitos terapêuticos e medicinais da maconha.

medicinal marijuana

Pela primeira vez, o órgão admite que os canabinoides, especialmente o CBD - comum no uso para fins medicinais - pode ter um efeito de "restaurar, corrigir ou modificar funções fisiológicas" quando administrados a humanos, como relata o jornal The Independent. Ou seja: o governo passa a admitir o que em países como Estados Unidos e Israel já amplamente utilizado, inclusive, há décadas.

A fala do governo britânico surge após a MediPen, empresa que vende vaporizadores, pressionar por regulações sobre o CBD. "Desde que chegamos nós temos trabalhado duro para obter nossa meta de quebrar as conotações negativas sobre a cannabis para que uma reforma sobre o uso medicinal aconteça", afirma Jordan Owen, diretor da MediPen, também ao Independent. A reforma ainda não veio, mas talvez tenha dado seu primeiro passo definitivo.

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