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Academia anuncia lista com os 84 concorrentes de 'Pequeno Segredo' na corrida do Oscar

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PEQUENO SEGREDO
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Dias atrás, Pequeno Segredo foi anunciado como a aposta do Brasil na corrida por uma vaga ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

A escolha do longa de David Schurmann causou polêmica no meio cinematográfico. Muitos cineastas acreditavam que Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, era o candidato natural - tendo em vista a repercussão do longa no Brasil e no exterior.

Houve acusações de que a decisão da comissão especial (instituída pelo Ministério da Cultura) de manipulação política, uma vez que diretor e elenco de Aquarius protestaram contra o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff no tapete vermelho de Cannes.

Polêmicas à parte, você acompanhou aqui no HuffPost Brasil que Pequeno Segredo conta uma boa história, pecando apenas por exigir emoção do espectador.

Nesta quarta-feira (12), a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pela organização do Oscar, anunciou nesta a lista com os filmes inscritos na categoria de melhor filme estrangeiro de 2017.

Dos 85 concorrentes de todo o mundo serão escolhidos cinco. Será que Pequeno Segredo passará por esta peneira? A resposta para essa pergunta será dada dia 24 de janeiro do ano que vem.

Conheça a lista completa de inscritos:

África do Sul, “Call me thief”, de Daryne Joshua;
Albânia, "Chromium", de Bujar Alimani;
Alemanha, “Toni Erdmann”, de Maren Ade;
Arábia Saudita, “Barakah meets Barakah”, de Mahmoud Sabbagh;
Argélia, "The well", de Lotfi Bouchouchi;
Argentina, "El ciudadano ilustre" de Mariano Cohn e Gastón Duprat;
Austrália, "Tanna", de Bentley Dean e Martin Butler;
Áustria, "Stefan Zweig: Farewell to Europe", de Maria Schrader;
Bangladesh, "The unnamed", de Tauquir Ahmed;
Bélgica, “The Ardennes”, de Robin Pront;
Bolívia, “Sealed cargo”, de Julia Vargas Weise;
Bósnia e Herzegovina, “Death in Sarajevo”, de Danis Tanovic;
Brasil, “Pequeno segredo”, de David Schurmann;
Bulgária, “Losers”, de Ivaylo Hristov;
Camboja, “Before the fall,” de Ian White;
Canadá, “It’s only the end of the world”, de Xavier Dolan;
Cazaquistão, “Amanat”, de Satybaldy Narymbetov;
Chile, “Neruda”, de Pablo Larraín;
China, “Xuan Zang”, de Huo Jianqi;
Colômbia, “Alias María”, de José Luis Rugeles;
Coreia do Sul, “The age of shadows”, de Kim Jee-woon;
Costa Rica, “Entonces nosotros”, de Hernán Jiménez;
Croácia, “On the other side” de Zrinko Ogresta;
Cuba, “El acompañante”, de Pavel Giroud;
República Tcheca, “Lost in Munich”, de Petr Zelenka;
Dinamarca, “Terra de minas”, de Martin Zandvliet;
Equador, “Sin muertos no hay carnaval”, de Sebastián Cordero;
Egito, “Clash”, de Mohamed Diab;
Eslováquia, “Eva Nová”, de Marko Skop;
Eslovênia, “Houston, we have a problem!”, de Žiga Virc;
Espanha, “Julieta”, de Pedro Almodóvar;
Estônia, “Mother”, de Kadri Kõusaar;
Filipinas, “Ma’ Rosa”, de Brillante Ma Mendoza;
Finlândia, “The happiest day in the life of Olli Mäki”, de Juho Kuosmanen;
França, “Elle”, de Paul Verhoeven;
Geórgia, “House of others”, de Rusudan Glurjidze;
Grécia, “Chevalier”, de Athina Rachel Tsangari;
Holanda, “Tonio”, de Paula van der Oest;
Hong Kong, “Port of call”, de Philip Yung;
Hungria, “Kills on wheels”, de Attila Till;
Iêmen, “I am Nojoom, age 10 and divorced", de Khadija Al-Salami;
Islândia, “Sparrows”, de Rúnar Rúnarsson;
Índia, “Interrogation”, de Vetri Maaran;
Indonésia, “Letters from Prague”, de Angga Dwimas Sasongko;
Irã, “The salesman”, de Asghar Farhadi;
Iraque, “El Clásico”, de Halkawt Mustafa;
Israel, “Sand storm”, de Elite Zexer;
Itália, “Fogo no mar”, de Gianfranco Rosi;
Japão, “Nagasaki: Memories of my son”, de Yoji Yamada;
Jordânia, “3000 nights”, de Mai Masri;
Kosovo, “Home sweet home”, de Faton Bajraktari;
Letônia, “Dawn”, de Laila Pakalnina;
Líbano, “Very big shot”, de Mir-Jean Bou Chaaya;
Lituânia, “Seneca’s day”, de Kristijonas Vildziunas;
Luxemburgo, “Voices from Chernobyl”, de Pol Cruchten;
Macedônia, “The liberation of Skopje”, de Rade Šerbedžija e Danilo Šerbedžija;
Malásia, “Beautiful Pain”, de Tunku Mona Riza;
México, “Desierto”, de Jonás Cuarón;
Montenegro, “The black pin”, de Ivan Marinović;
Marrocos, “A mile in my shoes”, de Said Khallaf;
Nepal, “The black hen”, de Min Bahadur Bham;
Nova Zelândia, “A flickering truth”, de Pietra Brettkelly;
Noruega, “The King’s choice”, de Erik Poppe;
Paquistão, “Mah-e-Mir”, de Anjum Shahzad;
Palestina, “The idol”, de Hany Abu-Assad;
Panamá, “Salsipuedes”, de Ricardo Aguilar Navarro e Manolito Rodríguez;
Peru, “Videophilia (and other viral syndromes)”, de Juan Daniel F. Molero;
Polônia, “Afterimage”, de Andrzej Wajda;
Portugal, “Cartas da guerra”, de Ivo M. Ferreira;
Quirguistão, “A father’s will”, de Bakyt Mukul e Dastan Zhapar Uulu;
Reino Unido, “Under the shadow”, de Babak Anvari;
República Dominicana, “Sugar fields”, de Fernando Báez;
Romênia, “Sieranevada”, de Cristi Puiu;
Rússia, “Paradise”, de Andrei Konchalovsky;
Sérvia, “Train driver’s diary”, de Milos Radovic;
Singapura, “Apprentice”, de Boo Junfeng;
Suécia, “A man called Ove”, de Hannes Holm;
Suíça, “My life as a zucchini”, de Claude Barras;
Taiwan, “Hang in there, kids!”, de Laha Mebow;
Tailândia, “Karma”, de Kanittha Kwunyoo;
Turquia, “Cold of Kalandar”, de Mustafa Kara;
Ucrânia, “Ukrainian sheriffs”, de Roman Bondarchuk;
Uruguai, “Migas de pan”, de Manane Rodríguez;
Venezuela, “De longe te observo”, de Lorenzo Vigas;
Vietnã, “Yellow flowers on the green grass”, de Victor Vu.

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