Huffpost Brazil

#NiUnaAMenos: Artistas compartilham ilustrações que condenam violência contra mulher

Publicado: Atualizado:
Imprimir

O caso da morte da jovem argentina Lucía Pérez, de apenas 16 anos, chocou a Argentina e o mundo.

Ela foi brutalmente assassinada após ser drogada e violentada sexualmente por três homens. Em protesto contra a morte de Lucía e de tantas outras mulheres vítimas do feminicídio, argentinas foram às ruas contra a violência de gênero.

Eles marcharam em direção a Plaza de Mayo, em Buenos Aires, na última quarta-feira (19), que ficou conhecida como "quarta-feira negra". Carregando cartazes que expressam solidariedade à vítima, as mulheres demonstravam o seu luto e condenavam o assassinato de mulheres.

Nas redes sociais, a hashtag #NiUnaAMenos (Nenhuma a menos) tomou conta dos posts.

Algumas artistas criaram ilustrações impactantes para reforçar a indignação contra a violência. As tags #VivasLasQueremos (Queremos elas vivas) e #NiUnaMás (Nenhuma mais) também estão sendo utilizadas como forma de repúdio.

#niunamenos

A photo posted by Sil Chibi (@silchibi) on

🌻🌿🍃 #niUnaMenos 🎨: @holly_jolley_

A photo posted by s A i M. (@xsimonesepulveda) on

#NiUnaMenos #VivasLasQueremos 🙅👧❤✋👌✌

A photo posted by Stoessel 97 ♡ (@erika.tortonese) on

“De camino a casa quiere ser libre, no valiente” #vivasnosqueremos #niunamenos

A photo posted by J O H A N A (@johalucatti) on

#niunamenos #niunamas #illustration #ilustracion #noalaviolenciadegenero #nosotrasparamos

A photo posted by La Mirona (@la_mirona) on

#niunamenos #noalaviolenciadegenero #noalaviolencia #nosotrasparamos #niunamas

A photo posted by La Mirona (@la_mirona) on

#NiUnaMenos #MiercolesNegro #VivasLasQueremos Dibujo por @ppiiiiqq

A photo posted by Tomas Coxe (@tomicoxe) on

LEIA MAIS:

- Feminicídio choca a Argentina, e mulheres prometem parar o país

- Contra o feminicídio, mulheres tomam as ruas na América Latina

Também no HuffPost Brasil

Close
'Covarde': elas denunciam violência
de
Post
Tweet
Publicidade
Post isto
fechar
Slide atual

Sugira uma correção