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A 5 dias do 2º turno, Marcelo Crivella foge de entrevistas na rádio e na TV

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Marcelo Crivella (PRB) seria entrevistado pelo RJTV, da Rede Globo, pela Rádio CBN e pelo portal G1 nesta terça-feira (25). Seria. Pois o senador fluminense, que segue firme na liderança em pesquisas de intenção de votos para a prefeitura, não compareceu a nenhuma das entrevistas que já haviam sido acertadas previamente.

E, aí, foi a vez da apresentadora Ana Luiza Guimarães fazer uma "entrevista fantasma" com a cadeira do programa.

O HuffPost Brasil, aliás, também tentou entrevistar Crivella. Que declinou o convite.

Foi assim:

Íntegra da nota de Crivella enviada ao RJTV:


"Prezada Ana Luiza Guimarães,
obrigado pelo convite mas não posso comparecer pois estou em Brasília onde cumpro meu mandato de senador. Me permita, respeitosamente, acrescentar que mesmo se estivesse no Rio não iria ao RJTV. Pela primeira vez, em função da minha indignação com a cobertura manipuladora e tendenciosa que a Rede Globo tem feito contra a minha candidatura, especialmente nas últimas semanas, não posso e não devo comparecer aos estúdios da emissora. Sou um homem da paz e como prefeito, se assim o povo decidir, vou dialogar com todos por amor ao Rio. Não guardo mágoas. É a minha natureza. Mas, peço que fique registrado meu ato de protesto e apelo a favor da democracia e da liberdade de imprensa à altura das nossas tradições cívicas e morais.
Atenciosamente, Marcelo Crivella."

E a Rede Globo respondeu:

"Desde ontem, em inserções do horário eleitoral obrigatório, o candidato Marcelo Crivella tem atacado a TV Globo em termos nada respeitosos e ainda piores do que a nota agora enviada à emissora. Em consideração a você, telespectador, esclarecemos aquilo que todo defensor da liberdade de imprensa deveria conhecer: a missão de um veículo jornalístico é revelar fatos importantes, incômodos ou não, envolvendo as candidaturas. A TV Globo tem feito isso de forma isenta, com os dois candidatos em disputa pela Prefeitura do Rio. Como atestam nossos princípios editoriais, a TV Globo é apartidária, absolutamente independente de grupos econômicos e de governos. Essa postura independente de fato irrita aqueles que preferem, em benefício próprio, que a imprensa se cale, em prejuízo dos eleitores, que tudo devem conhecer para fazer seus julgamentos. A TV Globo sabe que, ao cumprir essa missão, pode ser vítima de ataques, os mais violentos e injustos. Isso já aconteceu recentemente com Jandira Feghali, do PC do B, com o ex-presidente Lula, do PT, com o deputado cassado Eduardo Cunha, do PMDB, e, agora, com o candidato Crivella, do PRB, de colorações ideológicas tão diferentes. Você, telespectador, é testemunha de nossa lisura. Nosso compromisso é com você, não com políticos e candidatos. Será sempre assim, mesmo que o preço a pagar sejam acusações sem sentido."

Segundo a CBN, Crivella enviou e-mail à rádio faltando 9 minutos para o horário marcado avisando que não poderia participar pois teria compromissos em Brasília.

marcelo crivella

Estas seriam as perguntas da rádio:

1. A revista Veja desta semana trouxe uma reportagem que informa que o senhor foi detido numa delegacia, por um dia, no ano de 1990. Segundo a reportagem, o senhor teria tentado usar a força para desocupar um terreno de propriedade da Igreja Universal. O senhor disse à revista que estava revoltado, que chegou ao terreno acompanhado por dez homens e que arrebentou a cerca e começou a retirar os pertences da família que tinha ocupado o terreno e colocá-los num caminhão. Depois da divulgação da reportagem, o senhor gravou um vídeo com uma versão diferente, dizendo que foi ao terreno fazer a inspeção de um muro que ameaçava cair e foi impedido de entrar. Afinal, o que houve?

2. O senhor foi engenheiro da Empresa Municipal de Obras Públicas. Acha natural utilizar a força para desocupar um terreno? O procedimento correto não é entrar com uma ação de reintegração de posse?

3. O inquérito ficou 26 anos fora dos arquivos da Polícia Civil, assim como a foto, que mostra o momento da sua detenção. Esses documentos estavam na sua casa. O senhor disse à revista Veja que recebeu esse inquérito do delegado João Fontenelle. Isso não é irregular? Por que o senhor aceitou que o delegado entregasse esses documentos ao senhor, em vez de manter o registro oficial, que seria o procedimento normal? Houve alguma ameaça ao delegado, que possa ter motivado essa atitude?

4. A filha do delegado João Fontenelle deu uma entrevista ao jornal Extra dizendo que pretende processá-lo e que o senhor está tentando manchar a memória dele. O senhor apresentou um projeto de lei, em 2009, que tipifica como crime a difamação de mortos. O senhor poderia ser alvo da sua própria lei, caso ela estivesse em vigor?

5. Ao criticar os black blocs e o candidato Marcelo Freixo, o senhor tem feito referências ao caso da tragédia que vitimou o cinegrafista da Bandeirantes Santiago Andrade, durante a cobertura de uma manifestação em 2013. Na noite de ontem, a filha dele, Vanessa Andrade, escreveu um desabafo no Facebook dizendo que o senhor deveria se envergonhar da referência. Ela faz a seguinte pergunta: o candidato gostaria de refletir como se sente uma família ao ter que assistir a sua propaganda na hora do jantar e olhar a cadeira vazia na mesa em seguida? Como o senhor responderia a Vanessa, candidato?

6. Operação Lava-jato. O ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, disse, no acordo de delação premiada, que a sua campanha ao Senado, em 2010, teria recebido R$ 12 milhões oriundos de propinas do esquema do petrolão. Ele diz que o senhor teria procurado Graça Foster, então diretora de Óleo e Gás, para pedir ajuda financeira e que esse valor, de R$ 12 milhões, teria sido repassado na forma de banners de campanha. O senhor tem conhecimento dessa operação?

7. O senhor procurou Graça Foster ou algum executivo da Petrobras para pedir recursos para a campanha?

8. Hoje o jornal O Globo informa que o senhor nomeou em seu escritório de apoio no Senado a mãe da sua assessora de imprensa Inni Vargas. Inni foi exonerada e tem prestado serviços para a sua campanha. A mãe dela, Claudia Louro Rabello, foi no mesmo dia em que a filha foi exonerada. Ela tem qualificação para o cargo?

9. O senhor diz que não vai lotear o governo em troca de alianças políticas. No entanto, os partidos da sua coligação só terão, somados, 4 vereadores na Câmara Municipal. As maiores bancadas serão do PMDB (10), partido que o senhor tem criticado duramente, e PSOL (6), partido do seu adversário. Como o senhor pretende governar? Com que apoios?

10. O senhor conta com o apoio de seus adversários no primeiro turno, como o deputado Índio da Costa, do PSD, e Carlos Osório, do PSDB, que caminharam com o senhor em diversas agendas neste segundo turno. Esses partidos irão participar de seu governo? Quais os nomes o senhor já escolheu para secretarias em um eventual governo?

11. O senhor recebeu, nesta campanha, apoio do ex-governador Anthony Garotinho (que responde a pelo menos 11 processos e já foi condenado por ato lesivo ao patrimônio) e de Rodrigo Bethlem, acusado de receber propina em contratos com ONGs, quando era secretário municipal de Assistência Social. O senhor diz que nenhum do dois terá participação no seu governo. Existe isso na política, candidato? Apoio desinteressado? É difícil de acreditar…

12. Assim que acabou o primeiro turno, o senhor comemorou e afirmou que não iria procurar o PMDB. E com o passar do tempo, ao receber apoios de vereadores, disse que não queria o PMDB que tem pendências com a Justiça, em referência aos políticos investigados na Lava-jato.Mas entre os seus aliados estão o ex-secretário Rodrigo Bethlem, que deixou o partido, e o atual presidente da Câmara de Vereadores, Jorge Felippe, que são investigados pelo Ministério Público por terem contas na Suíça e em paraísos fiscais. Não há problema com relação a esses apoios?

13. Ainda falando de Câmara, uma das principais críticas que se fazem contra o prefeito Eduardo Paes é o fato de ele ter aprovado tudo o que quis, desde 2009, e sufocado a oposição com uma ampla base aliada. O PMDB, que ainda é maioria da casa, já declarou apoio ao senhor, que, se eleito, vai ter uma base ainda maior que a do Paes. Se eleito, o senhor vai deixar andar eventuais CPIs para investigar seu governo? A dos Ônibus e da Olimpíada, por exemplo, foram parar na Justiça e não renderam nada.

14. A ex-vereadora Carminha Jerominho, filha de Jerônimo Guimarães e sobrinha de Natalino Guimarães, dois milicianos condenados pela Justiça, declarou apoio ao senhor, num vídeo. O senhor disse que precisa do voto de Carminha, assim como precisa de todos os votos, mas o senhor não fica constrangido em receber esse tipo de apoio?

15. No relatório final da CPI das Milícias, presidida pelo Freixo, seu adversário, o senhor é mencionado duas vezes. O miliciano Getúlio, presidente de uma cooperativa de vans, afirmou que fez campanha para o senhor, em 2008. Em outra citação, também referente à mesma eleição, o relatório diz que o vereador Deco obrigou moradores de favelas como São José Operário e Bateau Mouche a pregar propaganda sua nas casas. Essas duas informações são verdadeiras?

16. Em 2010, o candidato apresentou uma PEC que estabelece competência à Justiça Federal para o processo e julgamento dos crimes praticados por organizações paramilitar, grupos armados e milícias armadas. A PEC foi retirada por ele em 2011. Por quê?

17. A Controladoria-Geral da União fez um relatório sobre as atividades do Ministério da Pesca, em 2014, quando o senhor era ministro, e apontou irregularidades. Segundo relatório do órgão, o ministério fez a divulgação de dados falsos sobre a produção pesqueira nacional, pagamentos indevidos a servidores e direcionamento na contratação de empresa responsável pela locação de veículos ao ministério. O senhor diz que os técnicos se equivocaram, mas o seu sucessor, Helder Barbalho, disse, na época, que tinha adotado medidas para sanar esses problemas e teria conseguido reduzir os gastos com manutenção predial, que eram de 35 a 40 mil, para algo entre R$ 2 mil e R$ 3 mil. Os gastos com aluguel de veículos teriam caído mais de 52%. Houve gastos excessivos na sua gestão no ministério da Pesca?

18. O senhor fundou o PRB junto com José Alencar, vice-presidente nos dois governos do ex-presidente Lula. portanto, foi aliado de primeira hora do governo. Foi ministro do governo Dilma por 2 anos. O senhor nunca tomou conhecimento ou nunca sequer desconfiou das irregularidades praticadas pelo governo, no mensalão e no petrolão?

19. Em 1999, quando o senhor tinha 42 anos, escreveu o livro “Evangelizando a África’, no qual faz pesadas críticas a praticamente todas as religiões, apresentadas como “diabólicas”. Na publicação, afirma que a Igreja Católica e outras religiões que se denominam cristãs “pregam doutrinas demoníacas.” Diz também que “as tradições africanas permitem toda sorte de comportamento imoral”. O senhor já disse que era jovem, nessa época, apesar de já ter 42 anos, e que mudou de opinião. Nós já sabemos qual era a sua antiga opinião, mas o que pensa hoje Marcelo Crivella sobre a igreja católica, o espiritismo e as religiões de matriz africana? O senhor ainda acha que umbanda e candomblé são coisas demoníacas e feitiçaria?

20. “Gostaria de perguntar ao senador Marcelo Crivella como a secretaria de cultura do governo dele vai se relacionar com as manifestações afro-brasileiras, inclusive, mas não só, o Samba e o Jongo. E com o funk, polêmico, mas importante no lazer de tantos jovens de comunidades?”

21. O senhor já deu declarações de que as mulheres deveriam obedecer mais aos homens. Um livro que o senhor organizou, com pensamento do bispo Edir Macedo, defende que a mulher seja submissa ao homem.

22. “Gostaria de saber do candidato Crivella qual é o projeto que ele apresenta para acolhimento das mulheres vítimas de violência, especialmente para as mulheres vítimas de violência sexual, que sofrem estupro, nos hospitais da rede pública municipal?”

23. Ainda falando sobre mulheres, candidato, no debate da Redetv o senhor se despediu dos telespectadores creditando o sucesso de audiência à beleza das apresentadoras. O comentário foi visto como machista nas redes sociais, que inclusive apontaram uma ironia da apresentadora Mariana Godoy à sua fala. Como o senhor responde a essas críticas?

24. No livro Evangelizando a África, o senhor classifica o homossexualismo como conduta maligna e de terrível mal. Eu gostaria de entender melhor a sua posição com relação ao combate à intolerância. Sobre isso, temos uma pergunta do jornalista Antonio Gois, comentarista do Escola da Vida:

25. Em 2009, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) sob a encomenda do MEC, fez uma ampla pesquisa sobre preconceito e discriminação nas escolas públicas do Brasil. Essa pesquisa identificou que as maiores vítimas de preconceito e bullying nas escolas eram contra os estudantes gays. Mas mostrou também que havia outros tipos de preconceitos sérios na escolas, contra negros, mulheres, alunos pobres, orientação religiosa... No mundo desenvolvido, o caminho escolhido tem sido de tratar explicitamente essas questões. A Austrália acabou de anunciar que vai reforçar o seu currículo sobre igualdade de gênero e orientação sexual. No Canadá, no Japão, no Reino Unido, os países caminham nessa direção. No entanto, no Brasil, por pressão de grupos conservadores, alguns de cunho religioso, essas questões são evitadas na escola. Eu queria saber, inclusive dado o histórico de declarações polêmicas do senhor sobre esse tema, qual será a política para evitar esse tipo de preconceito nas escolas públicas do Rio?”

26. No primeiro turno, candidato, uma reportagem da CBN questionou oito candidatos à prefeitura sobre o projeto ‘Escola Sem Partido’, que está no Congresso, e se desdobrou em um projeto de lei do vereador Bolsonaro na Câmara. Os apoiadores do projeto enxergam que há doutrinação de esquerda nas escolas. Quem é contra diz que isso interfere na autonomia do professor. O senhor enviou uma resposta para nós sem dizer se era a favor ou contra, mas neste segundo turno tem feito um discurso alinhado aos defensores da ideia, criticando, por exemplo, o que chama de ideologia de gênero. Hoje, o senhor encamparia a ideia do Escola Sem Partido?

27. O Orçamento do município para 2017 sofreu um corte de R$ 1,360 bilhão, na comparação com o aprovado para 2016. A verba destinada para a educação municipal deve enfrentar uma redução de R$ 100 milhões no próximo ano. Na Saúde, a verba destinada a investimentos é de apenas R$ 5 milhões. O senhor diz que não vai aumentar impostos e promete muitos investimentos. Como financiar tudo isso na prática?

28. Uma das propostas com as quais o senhor mais se comprometeu nestas eleições foi a de criar um terceiro turno de atendimento para acabar com a fila para cirurgias nos hospitais. Mas isso envolverá mais gastos com médicos, mais gastos de energia elétrica, segurança, enfim, tudo que faz a máquina. O quanto que o município irá gastar a mais para ter o terceiro turno? É possível, em um cenário pouco animador para economia da cidade?

29. O Senado aprovou uma PEC, de sua autoria que isenta o pagamento de IPTU de imóveis alugados por templos religiosos. Está na Câmara, e pode ser aprovada durante um eventual governo. Em um cenário de dificuldade econômica, como o senhor vê a possibilidade de a proposta ser aprovada?

30. Empreiteiras dizem que a prefeitura do Rio mandou paralisar várias obras na cidade, após o primeiro turno. O senhor pretende retomar essas obras, inclusive a da TransBrasil?

31. O senhor é um raro candidato a prefeito que promete uma administração sem obras, como se o Rio não precisasse mais de obras. O senhor realmente está satisfeito com as obras do Rio de Janeiro? A questão do saneamento, por exemplo. O Rio não precisa de obras de saneamento?”

32. O senhor percorreu algumas favelas durante sua campanha, e sempre se disse impressionado com a existência de valões nas comunidades, onde circula esgoto a céu aberto em pleno século 21. O que as pessoas desses locais podem esperar sobre isso? O senhor pretende ampliar o modelo de concessão dos serviços de saneamento, já implantado em parte da zona oeste pelo atual prefeito?

33. Um dos pontos de divergência do senhor com o candidato Freixo é a proposta dele de criar 33 conselhos populares nas regiões administrativas do Rio. Mas o senhor apresentou uma proposta em 2011, no Senado, para criar a chamada Convenção Nacional, que envolveria a participação da sociedade civil na tomada de decisões. Esse projeto foi rejeitado, candidato, mas fica a pergunta: em um eventual governo, qual será a participação dos cariocas?

34. A prefeitura do Rio desenvolveu o Porto Maravilha, que é um projeto de renovação urbana extremamente importante numa área degradada da cidade, mas a crise financeira do Brasil nos últimos anos prejudicou muito o desenvolvimento desse projeto em termos de construção de prédios comerciais e de moradias. Qual a sua posição em relação ao futuro desse projeto?”

35. O senhor propõe criar o programa Zona Franca Social, para o desenvolvimento do empreendedorismo nas comunidades carentes com benefícios tributários. Como abrir mão de impostos, num cenário de queda na arrecadação? O projeto vai gerar volume de negócios suficiente para compensar a renúncia fiscal?

36. O senhor promete interromper o projeto de construção de novas unidades escolares de ensino fundamental até que todas as atuais estejam funcionando satisfatoriamente. Também promete aumentar em 20% a verba de custeio destinada às unidades de ensino até 2020. De que forma essa verba será gasta?

37. Durante a sabatina no CBN Rio no primeiro turno, o senhor disse que iria pedir a Deus que o ajudasse a encontrar uma solução para o dilema entre o uber e táxis no Rio. Como pretende resolver esse problema?

38. A Política Nacional de Mobilidade e o Estatuto das Metrópoles obrigam municípios com mais de 20 mil habitantes em Regiões Metropolitanas a elaborar planos de mobilidade que levem em consideração dinâmicas regionais de deslocamento. Que prioridade o sr. dará para a elaboração do plano de mobilidade e de que maneira haverá participação popular nesse processo?"

39. O senhor promete construir nove estacionamentos na cidade. Isso não vai na contramão do incentivo ao uso do transporte público?

40. O senhor propõe fazer uma licitação, ao final de 2017, para recuperar a operação de vans na Zona Oeste da cidade, integrando-a aos modais de média e alta capacidade. Como garantir que o serviço não será controlado por cartéis e milicianos?

41. Qual a posição e a participação dele referente ao carnaval e réveillon já que a cidade faz festas populares, quando a cidade e o prefeito recebem grandes multidões nas ruas, o que é uma vocação é tradição da cidade, em manifestações de comportamento em grande contraste com a postura dos evangélicos que desaprovam essas manifestações, inclusive no réveillon quando as religiões africanas fazem grandes eventos públicos?

42. A minha pergunta aos candidatos a Prefeitura do RJ, se após eleitos eles vão continuar com a cobrança de iluminação pública que vem na conta de energia (Light) ou vão tentar acabar com esta cobrança?

43. Gostaria de saber como o senhor irá se relacionar com os governos estadual e federal?"

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