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Eleitora de Trump acaba presa após votar nele DUAS vezes. Em SP, ato pró-republicano acaba em confronto

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terri rote

Uma eleitora de Iowa acabou presa por suspeita de votar duas vezes no candidato republicano Donald Trump. O motivo que levou Terri Rote, 55 anos, a votar duas vezes ilegalmente, segundo o Washington Post, era a desconfiança dela de que as eleições eram manipuladas.

A moradora de Des Moines depositou dois votos: o primeiro no dia 4 de outubro em Polk County e novamente em 21 de outubro, segundo informações da polícia local.

Ela foi presa na quinta-feira e liberada na sexta, após pagar fiança de US$ 5 mil. Ela pode pegar até cinco anos de prisão, se for condenada.

Em entrevista à Iowa Public Radio, Terri deu suas explicações pela fraude: "Eu não pensava em votar duas vezes, foi uma decisão de momento", disse. "As pesquisas são manipuladas", emendou.

Na Paulista, ato pró-Trump acaba em confronto

Um pequeno ato de apoio à candidatura de Trump terminou em confusão na Avenida Paulista neste sábado (29). Convocado pelo "Juntos Pelo Brasil" pelo Facebook, manifestantes pró-Trump acabaram entrando em confronto com um grupo denominado Periferia Revolucionária, que se autointitulam como "antifascista".

Após agressões, manifestantes acabaram detidos pela Polícia Militar (PM) e levados ao 78° Distrito Policial da capital paulista.

Hillary lidera por 15 pontos, aponta pesquisa

hillary trump

A candidata democrata à presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton aparece com uma vantagem de 15 pontos percentuais sobre o republicano Donald Trump. Os números são da pesquisa Reuters/Ipsos.

A menos de duas semanas das eleições, Hillary lidera em estados como Ohio, Arizona e até Georgia e Texas, redutos tradicionais do Partido Republicano.

A pesquisa aponta um bom resultado para a campanha da democrata. No começo do dia de ontem, o FBI disse que novos e-mails ligados à investigação sobre o servidor pessoal de Hillary na época em que ela serviu como secretária de Estado do governo de Barack Obama foram encontrados.

A questão do e-mail foi uma surpresa para a campanha da democrata, ameaçando a vantagem de Clinton sobre o republicano Donald Trump. O FBI anunciou que estava investigando se havia informações confidenciais em um dispositivo pertencente a Anthony Weiner, o ex-congressista que se separou da assessora de Hillary Huma Abedin.

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