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Do cowboy à refugiada: 16 retratos das várias Américas em um dia de eleição

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Uma longa, difícil, tortuosa e dura campanha.

Foram 10 meses desde que as primárias - processo decisório dentro dos partidos Democrata e Republicano - começaram.

Hillary Clinton, como se esperava, acabou indicada pelo partido de centro-esquerda, enquanto Donald Trump fulminava seus 11 adversários internos até garantir o direito a disputar à presidência, um sonho que ele já havia dito tantas vezes que tinha.

E-mails, provocações, insultos, gente jovem e velha na rua e inimagináveis US$ 2 bilhões arrecadados em campanha e outros gastos depois, sobram aos eleitores a missão de apontar seus favoritos.

Nesta terça-feira (8), do Maine, na Costa Leste, ao Havaí, já fora da porção continental americana, os eleitores registram seus desejos.

As imagens a seguir captam justamente a vasta diversidade das variadas "Américas" que vivem distribuídas pelos 50 estados.

Do cowboy sulista à refugiada africana que pode tornar-se deputada.

Welcome to America!

  • 1.
    Andrew Kelly / Reuters
    Eleitores - e o cão Picasso - registram voto no James Weldon Johnson Community Center, no Harlem, em Nova York
  • 2.
    Brian Snyder / Reuters
    A candidata democrata Hillary Clinton chega à Douglas Grafflin Elementary School, em Chappaqua, Nova York.
  • 3.
    Andrew Kelly / Reuters
    As pesquisas mostram uma eleição apertada. Na melhor das hipóteses para os democratas, Hillary aparece com 6% dos votos populares à frente do megaempresário Donald Trump.
  • 4.
    Saul Martinez / Reuters
    A seção eleitoral com anúncio bilíngue no Bronx, em Nova York.
  • 5.
    Saul Martinez / Reuters
    Os eleitores negros, majoritariamente democratas, podem ser um peso decisivo em favor da candidata Hillary Clinton. Na foto, eleitor segue para seção eleitoral no Bronx.
  • 6.
    Saul Martinez / Reuters
    Mais um registro do Bronx no início da manhã da votação.
  • 7.
    Carlos Barria / Reuters
    Tim Kaine, vice na chapa de Hillary, desembarca em Richmond, Virgínia. Com espanhol fluente, Kaine foi escolhido para ganhar espaço no Sul e entre os latinos.
  • 8.
    Chris Keane / Reuters
    Eleitora registra seu voto na National Guard Armory em Smithfield, Carolina do Norte, um dos estados que podem decidir a eleição.
  • 9.
    Mario Anzuoni / Reuters
    A eleitora Kellyann Alvarado mostra o recibo de votação em Los Angeles, na Califórnia. O eleitorado latino tem chamado a atenção dos pesquisadores pelo alto comparecimento nas urnas.
  • 10.
    Nick Oxford / Reuters
    Eleitor de Stillwater, em Oklahoma, os "Estados Unidos rural" onde os republicanos seguem com larga vantagem. Redneck com orgulho.
  • 11.
    Carlo Allegri / Reuters
    Trump e Melania. Melania e Trump. O candidato foi vaiado ao chegar à escola de Nova York onde vota. E mostrou-se confiante.
  • 12.
    Nancy Wiechec / Reuters
    Em El Mirage, Arizona, os sinais de votação também estão disponíveis em inglês e em espanhol. Ao fundo, um restaurante mexicano. E o México na vizinhança.
  • 13.
    Nick Oxford / Reuters
    Cowboy também vota em Stillwater, em Oklahoma.
  • 14.
    Getty Images
    Ilhan Omar, refugiada da Somália (à esquerda), é candidata a deputada estadual na gelada Minnesota.
  • 15.
    David McNew / Getty Images
    Longas filas para votação em Venice Beach, Los Angeles. A Califórnia vota, pela segunda vez, a permissão para a legalização da comercialização da maconha para fins recreativos. A maconha medicinal é legal no estado desde 1996.
  • 16.
    Getty Images
    Dan McGuire (esquerda), observador do Partido Republicano, acompanha a eleição na Oakman Elementary School, em Dearborn, Michigan. O estado do Meio-Oeste americano tornou-se outro a ser olhado de perto por Hillary e Trump.


Nas urnas, disputa acirrada

Finalmente, chegou o dia. 8 de novembro, eleições americanas.

Depois de uma campanha agressiva de ambos os lados, Hillary Clinton e Donald Trump se enfrentam nas urnas para decidir quem vai comandar os EUA e suceder o democrata Barack Obama na Casa Branca.

E, ao que tudo indica, a disputa vai ser apertada. Entre as pesquisas divulgadas nos últimos dias, a imensa maioria dá vantagem para a democrata, mas em uma margem bem apertada - ela aparece entre 3 e 6 pontos percentuais na frente de Trump, que diminuiu a distância nos últimos dias.

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