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Virou passeio! Brasil dá aula na Argentina e deixa o 7 a 1 para trás no Mineirão

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O mesmo palco. O mesmo Mineirão, o triste cenário do 7 a 1 contra a Alemanha, o maior vexame da história do futebol brasileiro.

Do outro lado, um adversário também dos mais gabaritados: a Argentina. Do melhor jogador do mundo, Lionel Messi, e de outros tantos que figuram nos melhores times do planeta. Aguero, Higuaín, Mascherano e outros.

Mas nesta quinta-feira (10) tudo foi diferente. Bem diferente. Bem postado em campo, com vontade, com velocidade, com técnica e com entrega.

A estreia do técnico Tite contra os portenhos não poderia ser melhor: 3 a 0, com facilidade, sem sustos. Coutinho, camisa 11, deslocou-se da direita para a esquerda para abrir o placar num golaço, ainda no começo da partida.

Ao fim do primeiro tempo viria o segundo, após um lindo lance do menino Gabriel Jesus, o camisa 9 que o Brasil tanto buscava. O garoto, campeão olímpico meses atrás, viu a passagem de Neymar, que tocou com a categoria de sempre para o fundo das redes.

No segundo tempo, o Brasil deixaria o meio-campo inofensivo argentino tocar de lado para dar o bote e sair em alta, mas altíssima velocidade. Paulinho perdeu uma clara chance - sem goleiro -, mas para em seguida se redimir: 3 a 0.

"Olê, olê, olê! Titeee! Titeeee!", cantava a torcida num Mineirão lotado.

A reação do futebol brasileiro, desacreditado depois de sequenciais desencantos, veio das mãos do gaúcho Tite. E sem as velhas falas sobre "comprometimento" nem cara feia ou amarrada. Mas com competência, inteligência e um belo futebol.


É... o campeão voltou.

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