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Polícia de Los Angeles NÃO vai colaborar com deportações propostas por Trump

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LOS ANGELES POLICE CAR
LOS ANGELES, CA - MAY 14: LAPD officers wear a badge honoring fallen officer Roberto Sanchez during a memorial service at the Cathedral of Our Lady Of Angels May 14, 2014 in Los Angeles, California. Family and fellow officers paid their last respects to Sanchez who was killed while on duty when an SUV crashed into his patrol car on May 3rd in the Harbor City. (Photo by Mark Boster-Pool/Getty Images) | Pool via Getty Images
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Presidente eleito dos EUA, o republicano Donald Trump já afirmou que vai manter seu plano de deportar milhões de imigrantes indocumentados.

A Polícia de Los Angeles, no entanto, já afirmou que vai manter sua já habitual postura de distância das normas federais de imigração. Segundo Charlie Beck, chefe do LAPD, os procedimentos adotados pela corporação vão continuar os mesmos adotados desde o final da década de 1970 - quando foi determinada a proibição de que os policiais se aproximassem de um indivíduo apenas para determinar seu status imigratório.

"Não pretendo fazer nada diferente. Nós não vamos nos envolver em atividades legais baseadas, unicamente, no status imigratório de alguém. Também não vamos trabalhar em conjunto com a Homeland Security em esforços de deportação. Esse não é o nosso trabalho, nem será", afirmou Beck ao Los Angeles Times na última segunda-feira (14).

Enquanto Trump fez da questão dos imigrantes ilegais uma de suas principais bandeiras de campanha, oficiais em Los Angeles trabalharam para atenuar a preocupação dos milhões de latinos que vivem na Califórnia. Na semana passada, o prefeito Eric Garcetti garantiu que a cidade vai questionar as decisões de Trump - que assume o posto no dia 20 de janeiro - em relação à imigração.

"Se no seu primeiro dia como presidente nós virmos algo que é hostil ao nosso povo, à nossa cidade, ruim para a nossa economia e para nossa segurança, nós vamos falara, denunciar e agir", garantiu o prefeito, citado pelo Los Angeles Times.

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