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7 histórias emocionantes que você só vê nos Jogos Paralímpicos

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Eu sou apaixonada por esporte paralímpico. Todo aquele sentimento de união, superação, vontade de praticar esporte e virar um herói que rola nas Olimpíadas é triplicado nas Paralimpíadas.

Enquanto você está ali paradão no sofá, vem um cara que nasceu sem os pés e sem as mãos nadando de uma forma que você nunca vai conseguir na vida.

De repente esse cara conquista uma medalha, duas, três, quatro... Seis! Todas de ouro e para o seu país. Como não amar? Aqui destaco sete histórias emocionantes que você só vai ser nos Jogos Paralímpicos.

daniel dias

1. Pódio todo dia

Em Londres 2012, o Brasil conquistou 21 medalhas de ouro, 14 de prata e oito de bronze. Foram 43 pódios em menos de 15 dias. É #PódioTodoDia! #TemQueIr.

2. Ficamos no topo no quadro de medalhas

Em Londres 2012, ficamos em 7º lugar no quadro de medalhas. A meta neste ano é ficar em 5º lugar, muito à frente do nosso desempenho no esporte olímpico. Muito orgulho desses atletas!

3. Temos Daniel Dias nas piscinas

Ok... Ok... Não curto muito comparações, mas o fato é que Daniel Dias é o nosso Phelps. Ele tem 15 medalhas olímpicas. São 10 de ouro, quatro de prata e uma de bronze. Já na estreia nos Jogos, em Pequim 2008, subiu ao pódio nove vezes. Em Londres 2012, disputou seis provas e venceu TODAS.

daniel dias

4. Os campeões incentivam as pessoas com deficiência a praticar esporte

Essa história é o resumo do poder que o esporte tem: o jovem Daniel Dias tinha 16 anos, estava em casa, no sofá, assistindo o desempenho do nadador Clodoaldo Silva em Atenas. Naquele momento, o garoto que nasceu com má formação congênita dos membros superiores e da perna direita percebeu que também podia nadar. Ele procurou uma associação e em oito aulas aprendeu todos os estilos de nado. O Daniel contou essa história pra a Jout Jout aqui:

5. Mitos são superados

Em Londres 2012 um brasileiro pouco conhecido no exterior mostrou ao mundo que grandes ídolos do esporte podem ser superados. O protagonista dessa história é o brasileiro Alan Fonteles de Oliveira, ouro nos 200 metros vencendo o então imbatível Oscar Pistorius. Veja:

6. Conseguimos formar atletas na base

Petrúcio Ferreira nasceu cidade de São José do Brejo. Aos 17 anos, um professor de educação física percebeu que o garoto era rápido no futebol e decidiu inscrevê-lo na equipe de Atletismo nas Olimpíadas Escolares. Um olheiro do Comitê Paralímpico Brasileiro viu o talento do garoto e o convidou para uma prova em São Paulo. Hoje, Petrúcio é medalhista nos Jogos ParaPan-Americanos e é considerado a maior promessa do atletismo paralímpico. Segundo seus treinadores, ele tem um desempenho parecido com o de atletas olímpicos.

7. A Bocha BC3 é só emoção

Esses dias uma amiga me disse que eu devo ser a única pessoa do Brasil que gosta de... Bocha! Me apaixonei pelo esporte acompanhando o ParaPan de Toronto onde ganhamos seis medalhas de ouro e três de bronze. Trata-se do esporte mais inclusivo que existe porque os atletas têm comprometimentos físicos enormes. Temos uma delegação de peso na Bocha para a Rio 2016 e estou na torcida principalmente pelo Antônio Leme. A vibração dele neste vídeo explica minha emoção:

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